Investigar
Diz-se que no Zen, há ideias que não são explicáveis por palavras, e se o fossem, seriam incompreensíves para o nosso pensamento racional. Talvez as coisas que a razão não entende, o corpo adivinhe.
Procurar saber o que somos e o que fazemos aqui, parece-me uma investigação tão legítima quanto necessária, num processo que nos envolva integralmente. Corpo e mente, em cooperação.
O tema do círculo de partilha da última quarta-feira suscitou uma conversa muito animada. O tema não era fácil, e por vezes ficamos reféns de alguns conceitos e opiniões. Mas ficou a semente – investigar.
Afinal, a verdade está sempre entre nós, não pertence a ninguém. Talvez a encontremos num lugar que ainda não conhecemos. O lugar donde saimos.
Se nada há desde o princípio,
– e se isso for tudo –,
aí se acumula o pó,
em nada.
Seremos então
esse nada?
Ou o pó
(das estrelas)?
Que é tudo.
Procurar saber o que somos e o que fazemos aqui, parece-me uma investigação tão legítima quanto necessária, num processo que nos envolva integralmente. Corpo e mente, em cooperação.
O tema do círculo de partilha da última quarta-feira suscitou uma conversa muito animada. O tema não era fácil, e por vezes ficamos reféns de alguns conceitos e opiniões. Mas ficou a semente – investigar.
Afinal, a verdade está sempre entre nós, não pertence a ninguém. Talvez a encontremos num lugar que ainda não conhecemos. O lugar donde saimos.
Se nada há desde o princípio,
– e se isso for tudo –,
aí se acumula o pó,
em nada.
Seremos então
esse nada?
Ou o pó
(das estrelas)?
Que é tudo.

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